
Turismo acessível como experiência completa
O Pés e Rodas na Areia é o blog da Trade Mix sobre praias e turismo acessíveis e sobre a circulação de pessoas em terrenos como areia, grama e terra batida.
A linha dos textos acompanha a abordagem da ISO 21902, norma internacional de turismo acessível. A premissa central dela é simples de enunciar e exigente de aplicar: acessibilidade não é um item isolado, e sim toda a cadeia da experiência do visitante, da informação prévia e do deslocamento até a chegada, a permanência e o retorno.
Dessa premissa decorrem as demais. A informação precisa estar disponível antes da viagem, para que a pessoa possa decidir com segurança. O percurso precisa ser contínuo, sem trechos que interrompam a rota. Os serviços de apoio precisam estar ao alcance de quem usa esse percurso. As equipes precisam saber receber. E tudo isso precisa se manter ao longo do tempo, com planejamento de conservação.
A norma também trata a acessibilidade como parte da gestão do destino, e não como ação pontual. Isso aproxima o tema de assuntos que costumam ficar separados: planejamento urbano, operação, comunicação, capacitação e orçamento.
Os artigos publicados aqui seguem esse recorte. Alguns tratam de referências e parâmetros, outros do alcance econômico de um destino mais acessível, outros ainda de aspectos práticos da circulação em terrenos instáveis. São escritos para quem planeja, projeta ou gere espaços abertos ao público, e também para quem apenas quer entender melhor o assunto.
Nenhum texto aqui é material publicitário. Quando uma solução é citada, ela aparece como exemplo dentro de um contexto, nunca como resposta única.
Abaixo estão os artigos, do mais recente para o mais antigo. Para quem está começando pelo tema, os textos sobre premissas de projeto dão o vocabulário usado nos demais e ajudam a situar cada assunto dentro da cadeia completa da experiência de turismo acessível.
Dependência Forçada vs. Liberdade Concreta: O Que a Areia Fofa Esconde Sobre Nossa Sociedade
Neste artigo você vai entender: O som das ondas, a brisa salgada, a textura da areia sob os pés — esses são elementos que definem o imaginário do verão brasileiro. Há, contudo, um detalhe que escapa a quem caminha sem dificuldade: para milhões de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, a praia não é sinônimo…
Turismo Sem Fricção: Como Mitigar o Socialwashing na Orla Através de Infraestrutura de Acessibilidade Leve
Neste artigo você vai aprender/entender: A Ilusão Corporativa vs. Rigor ESG: O Fim dos Discursos Vazios na Hospitalidade Litorânea O mercado de capitais global reposicionou suas expectativas em relação aos investimentos imobiliários costeiros, e o pilar social do ESG deixou de ser uma linha cosmética nos relatórios anuais. Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) e investidores…
turismo inclusivo: acessibilidade como vantagem competitiva.
Enquanto Portugal “nada de braçada”, o Brasil “pasta”. O turista com mobilidade reduzida não quer um tratamento especial. Ele quer exatamente o mesmo que qualquer outro viajante: chegar, consumir, descansar e voltar sem histórias para contar sobre o que deu errado. A indústria global do turismo movimenta bilhões de dólares por ano. E o Setor…
SUGESTÃO PARA PROJETOS DE PRAIA e TURISMO ACESSÍVEIS
1 – CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Este anteprojeto é uma sugestão da Trade Mix. Ele deve ser utilizado como ponto de partida e orientação para profissionais envolvidos em Projetos de Praia e Turismo Acessíveis, relacionando premissas básicas que consideramos essenciais para o sucesso da iniciativa. Vale destacar que todas as sugestões de layouts, equipamentos, imagens e sugestões…
Acessibilidade de Alta Performance: Por que a ISO 21902 é o Novo Padrão de Lucratividade no Turismo
A mudança do foco da conformidade normativa obrigatória (NBR 9050) para diretrizes estratégicas internacionais como a ISO 21902, transformamos a experiência de praia em um produto premium.





